Às vezes me perguntava sobre o tempo. O que era e para quê servia... O tempo para nós é posto como um círculo que tem ponteiros e giram sem parar. Temos a impressão de que o tempo não para pelo simples fato dos ponteiros não pararem também. Para Henri Bergson, filósofo francês do Século XX, há na questão do tempo um problema. Como podemos colocar o tempo no espaço? Isto é, como posso medir algo intangível? Para ele não é possível, mas o senso comum e alguns filósofos colocam o tempo no espaço.
A grande questão para Bergson é que o tempo não está ligado ao espaço. Eles, na verdade, têm naturezas diferentes. O tempo não é o relógio pendurado na parede, mas sim a duração da vida. O tempo são momentos totalmente diferentes em movimento contínuo. A duração é vista como qualidade em que não podemos atribuir graus de melhor ou pior, mais ou menos. Por isso não podemos dizer que amamos mais ou menos alguém. Podemos apenas afirmar que a qualidade de nosso amor mudou.
O tempo muda e carrega muitas coisas consigo. Não podemos nos referir a vida como algo permanente e que nunca vai mudar. A vida é movimento e vai para caminhos distintos de todos os outros trilhados.
Angélica Martins!
A grande questão para Bergson é que o tempo não está ligado ao espaço. Eles, na verdade, têm naturezas diferentes. O tempo não é o relógio pendurado na parede, mas sim a duração da vida. O tempo são momentos totalmente diferentes em movimento contínuo. A duração é vista como qualidade em que não podemos atribuir graus de melhor ou pior, mais ou menos. Por isso não podemos dizer que amamos mais ou menos alguém. Podemos apenas afirmar que a qualidade de nosso amor mudou.
O tempo muda e carrega muitas coisas consigo. Não podemos nos referir a vida como algo permanente e que nunca vai mudar. A vida é movimento e vai para caminhos distintos de todos os outros trilhados.
Angélica Martins!
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